Dieta não! Você já pensou em mudar seus conceitos sobre nutrição?

/, Reeducação e Comportamento Alimentar/Dieta não! Você já pensou em mudar seus conceitos sobre nutrição?

Dieta não! Você já pensou em mudar seus conceitos sobre nutrição?

Você já teve um acompanhamento nutricional e, ainda assim, não conseguiu os resultados que desejava?

Ao longo dos anos e da minha experiência atendendo em meus consultórios, percebi que o comportamento alimentar dos pacientes influenciava diretamente nos seus resultados, ou seja, o plano alimentar, por melhor e mais adaptado que fosse à rotina deles, não era suficiente para ajudá-los a emagrecer ou a melhorar a saúde. E por que isso acontecia? Porque eles não conseguiam, com os seus comportamentos alimentares, sustentar muito tempo a alimentação proposta, se sabotando frequentemente.

Sempre atuei em consultório desde a minha formação em Nutrição, em 2006, com emagrecimento e doenças crônicas, especialmente gastroenterologia, em adultos. Por isso, além de nutricionista há dez anos, especialista em nutrição clínica do adulto e em nutrição clínica funcional, mestre e doutora em gastroenterologia pela Faculdade de Medicina da UFRGS, com PhD na Bélgica, busquei outros conhecimentos que me tornaram apta a abordar a mudança de comportamento alimentar em meus pacientes, os quais adquiri através da formação em coaching e da formação (em andamento) em transtornos alimentares e obesidade com foco em abordagem cognitivo comportamental.

A abordagem cognitivo comportamental, na verdade, é muito parecida, em vários aspectos, com a abordagem do coaching, que é uma espécie de consultoria que ajuda na evolução de algum setor da sua vida. As vantagens, na área da nutrição, são que se estimula a mudança dos comportamentos alimentares disfuncionais para comportamentos alimentares mais saudáveis. Sabe-se que não existe alimentos “salvadores ou vilões”, e sim o comportamento alimentar saudável ou não. Nosso peso é reflexo do nosso comportamento, ou seja, da forma como comemos e não só do que comemos.

Então, além da formação de uma nutricionista tradicional, que elabora ao paciente o plano alimentar baseado em reeducação alimentar, abordo as questões comportamentais usando a abordagem cognitivo comportamental e de coaching, o que me torna uma espécie de “terapeuta nutricional” também. Tudo isso ajuda o paciente a ter mais resultados através de um tratamento seguro, saudável e sólido, e não baseado em dietas de restrição.

A mudança de comportamento alimentar pode ser rápida ou gradual. Tive pacientes que tiveram insights muito importantes logo na primeira consulta, como, por exemplo, diferenciar fome e desejo de comer, e a partir dali eles emagreceram constantemente e naturalmente até às suas metas, simplesmente porque entenderam o que acontecia com eles e foram racionais o suficiente para mudar. Já outros pacientes precisam treinar alguns conceitos no seu dia a dia, como por exemplo, detectar quando estão satisfeitos, aumentar o seu repertório de opções sobre como lidar com a ansiedade e outras emoções negativas. Ver essa evolução e conquista deles a cada sessão é muito gratificante!